Justiça Climática para Amazônia
Amazônia Livre de Petróleo e Gás
Na Amazônia brasileira, 1 milhão de pessoas ainda vivem sem acesso à energia elétrica, apesar da região gerar quase um terço da eletricidade do Brasil. Essas populações enfrentam diretamente os impactos da emergência climática, como secas e incêndios devastadores, que comprometem sua segurança alimentar e saúde.
Por isso, temos 4 demandas principais:
1. Acesso universal a energias renováveis, seguras e limpas: garantindo a autonomia dos povos indígenas e comunidades tradicionais sobre suas terras.
2. Investimento em pesquisa e educação pública: promovendo avanços tecnológicos em energias renováveis e capacitação para empregos verdes.
3. Apoio a iniciativas locais: fortalecendo projetos que protegem a floresta e promovem a bioeconomia, com energia confiável e processos liderados pelas comunidades.
4. Uma Amazônia livre de combustíveis fósseis: com transição para energias renováveis sob liderança comunitária.
Precisamos ser firmes nessas demandas que são o verdadeiro caminho para longe dos combustíveis fósseis e para um futuro para as próximas gerações.
Enquanto a Amazônia produz cerca de um terço da eletricidade do Brasil, mais de um milhão de amazônidas ainda não têm acesso à energia.
A maioria dessas pessoas é diretamente impactada pela emergência climática e vem enfrentando secas e incêndios devastadores, afetando sua segurança alimentar e saúde.
Enquanto isso, a indústria de petróleo e gás tem prejudicado comunidades tradicionais em toda a Amazônia e o Brasil está prestes a se tornar o quarto maior produtor de petróleo e gás do mundo.
Na maior floresta tropical do planeta, a revolução da energia renovável vai além da instalação de painéis solares. É sobre direitos humanos, inclusão e mudança sistêmica para que as comunidades possam decidir sobre sua própria energia.
Estamos vivendo uma grave crise climática e o Brasil tem um papel importante no contexto global. Precisamos ser críticos e deixar claro que estamos percebendo uma grande divergência do discurso de liderança climática do governo em encontros globais e suas ações de expansão e incentivo aos combustíveis fósseis. Afinal, o Brasil é um líder climático ou um lobista dos combustíveis fósseis?
Fala-se muito sobre transição energética justa, entretanto, as comunidades mais impactadas, continuam sendo afetadas e pressionadas pela indústria do petróleo e do gás, e continuam não sendo devidamente orientadas, e consultadas sobre as políticas energéticas para suas localizações.
Questiona-se muito sobre os custos da Transição Energética e quem pagaria por ela, no entanto, pouco se questiona sobre os valores bilionários que são oferecidos em subsídios fiscais aos ultra-ricos e também à indústria de combustíveis fósseis.
Os avanços das exploração de petróleo na Foz do Amazonas para abastecer o mercado externo vai para o sentido oposto ao de oferecer energias renováveis e acessíveis para os amazônidas que possuem abastacimento energético precário.
Do lado de cá, esses questionamentos nos fizeram chegar à 4 demandas principais:
Acesso universal a energias renováveis, seguras e limpas: garantindo a autonomia dos povos indígenas e comunidades tradicionais sobre suas terras.
Investimento em pesquisa e educação pública: promovendo avanços tecnológicos em energias renováveis e capacitação para empregos verdes.
Apoio a iniciativas locais: fortalecendo projetos que protegem a floresta e promovem a bioeconomia, com energia confiável e processos liderados pelas comunidades.
Uma Amazônia livre de combustíveis fósseis: com transição para energias renováveis sob liderança comunitária.
Precisamos ser firmes nessas demandas que são o verdadeiro caminho para longe dos combustíveis fósseis e para um futuro mais sustentável.